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Mais informações do protocolo 1564312672026

Data de criação: 30/09/2026

Dados gerais

Protocolo: 1564312672026

Assunto: CONDUTA FUNCIONAL

Status: Nova

Descrição:

Venho registrar uma reclamação formal e veemente referente ao atendimento prestado pelo médico do trabalho (nome) no ambulatório municipal. Na última sexta-feira, 25/09, dia em que ocorreu o meu acidente de trabalho nas dependências da escola municipal onde atuo, fui encaminhada de urgência à CORTS, onde passei por atendimento médico, realizei um exame de raio-x que constatou oficialmente a fratura no osso do peito e recebi duas medicações injetadas ali mesmo na clínica. Na ocasião, o médico também me prescreveu receitas e sessões de fisioterapia, além de um atestado referente à data do acidente, e me orientou expressamente a procurar um médico novamente na segunda-feira caso a dor persistisse. Como persisti com muitas dores durante todo o fim de semana, segui exatamente essa orientação e procurei na segunda-feira pela manhã uma clínica de ortopedia com um médico especialista, que avaliou a gravidade da lesão e me concedeu um atestado de 14 dias de afastamento, afirmando que esse período era estritamente necessário para a consolidação do osso. Ontem, dia 28 de setembro, exatamente às 13 horas, compareci ao ambulatório municipal para passar pelo atendimento com o médico (nome), e foi aí que a situação se tornou insustentável. Logo no início da consulta, o médico (nome) pegou os documentos e começou a me questionar de forma irônica, repetindo duas vezes, rindo da minha cara e zombando da minha dor: "A sua dor descansou no sábado e no domingo? Descansou?". Mesmo eu explicando que continuei sentindo muita dor, que já havia sido medicada no próprio CORTS, que estava seguindo a orientação do médico de lá e apresentando o laudo do raio-x da fratura, ele continuou com aquele deboche inadmissível. Em vez de receber o acolhimento e o respeito devidos a uma servidora lesionada no exercício de suas funções, fui submetida a um ambiente de total hostilidade e intimidação. Para piorar a situação, ao preencher a documentação, ele teve a audácia de colocar "não" no item seis, indicando que eu não necessitaria de afastamento do trabalho, ignorando completamente o resultado do raio-x, a fratura no meu esterno, a gravidade do meu acidente de ofício e toda a dor intensa que eu estava relatando, demonstrando total descaso e má-fé técnica. Durante toda a consulta, o médico (nome) em nenhum momento respeitou a minha condição física. Pelo contrário, adotou uma postura de completo desdém e sarcasmo diante do meu sofrimento, duvidando das minhas respostas e questionando de forma irônica os meus movimentos. Ele chegou a debochar da minha dificuldade física para me ajeitar na sala devido à fratura, dizendo em tom provocativo: "Se fosse eu, eu não ia virar. Como que você virou?". A situação escalou para um nível inadmissível de constrangimento quando precisei acionar o meu advogado por telefone para buscar orientação diante daquela grosseria, visto que eu estava apreensiva com o andamento da minha vida funcional e finalização do meu processo de aposentadoria. O médico (nome) teve uma reação extremamente agressiva, apontando a mão para o meu rosto e exigindo de forma autoritária e repetitiva que eu desligasse o aparelho. Ele ficou tão alterado e me intimidou tanto que eu fiquei com medo de que ele batesse ou arrancasse o celular da minha mão, a ponto de eu ter que encerrar a ligação às pressas com o advogado pelo pavor que ele estava me causando. Ao invés de me ouvir ou examinar adequadamente, o médico (nome) passou o tempo todo me questionando com desdém e criando um embate hostil e desnecessário. Além de toda essa conduta abusiva, ele ainda registrou no verso do documento (CIAT) uma acusação falsa de que eu o teria ameaçado por estar tentando falar com meu advogado. Para piorar a situação, ao preencher o formulário no item 6 que indaga explicitamente sobre a necessidade de afastamento do trabalho, ele colocou a resposta não, sendo que o correto e evidente era sim devido à gravidade da lesão. Ele fez isso ignorando completamente o resultado do raio-x, a fratura no meu esterno, a gravidade do meu acidente de ofício e toda a dor intensa que eu estava relatando, demonstrando total descaso e má-fé técnica. Ao sair da sala, exigi falar com uma superior dele e fiz questão de registrar de próprio punho, na mesma folha, a verdade dos fatos: que em nenhum momento fiz qualquer ameaça, que só estava contatando meu advogado por receio de que a manobra dele no documento prejudicasse a contagem do tempo de serviço para a minha aposentadoria, e que estaria formalizando a denúncia por e-mail. Diante de toda essa pressão psicológica, constrangimento ilegal, falsidade nas anotações de documento oficial e da falta absoluta de ética profissional, deixo expressamente registrado que me recuso a passar por novos atendimentos com este profissional a menos que esteja acompanhada por outro funcionário ou testemunha que resguarde a minha integridade física e emocional. Solicito à Ouvidoria providências administrativas rigorosas contra essa postura arbitrária, abusiva e contraditória, para que nenhum outro servidor público seja submetido a tal humilhação no ambiente de saúde do município. Atenciosamente, Aguardo retorno do recebido!

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Resolução

Data de fechamento: Não concluída

Resolução:

Sem resolução até o momento

Responsável: OG-OGM